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VIVADANÇA 2019

Entre os dias 16 e 29 de abril de 2019, o VIVADANÇA Festival Internacional realizou sua 13ª edição, ocupando 10 espaços da cidade com uma programação intensa de espetáculos, oficinas, mesas de debate, mediação com públicos específicos de alunos e educadores e rodadas de negócios. A abertura foi no Teatro Vila Velha, com o espetáculo “Tears”, solo do moçambicano Edivaldo Ernesto, e uma programação intensa trouxe uma série de produções internacionais e nacionais com as já conhecidas Mostra Baiana de Dança Contemporânea e a Mostra Casa Aberta, mas também a Mostra Latina, Solos Stuttgart e o projeto Memória e Sobrevivência. Ao todo foram 450 artistas circulando em torno de 30 espetáculos com a participação de 12 países: Moçambique, Holanda, França, Espanha, Alemanha, México, El Salvador, Paraguai, Venezuela, Itália, Lituânia e Burkina Faso. As ações formativas incluíram oficinas com profissionais visitantes e debates sobre temas caros ao festival, como a presença de negros e mulheres nos palcos da dança.

espetáculos 2019

A programação de 2019 VIVADANÇA Festival Internacional apresentou espetáculos de dança com temáticas voltadas para a diáspora africana, valorizando o corpo negro na dança. Entre os espetáculos internacionais ganharam o palco do festival Singspiele, coreografia de Maguy Marin, referência da dança contemporânea mundial e uma das mais importantes coreógrafas da Nouvelle Danse Française, com interpretação de David Mambouch. Outro desaque da programação internacional foi a mostra Solos Stuttgart, idealizada e coordenada pelo diretor artístico fluminense Marcelo Santos, que apresentou cinco solos premiados no Internationales Solo Tanz-Theater Festival, de 2018, na Alemanha.

espetáculos internacionais

Tears

(Alemanha/Moçambique)

CV_Raphael Hillebrand

Tel Quel

(França)

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Happi

(França)

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Je te Haime

(Espanha)

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Singspiele

(França)

Solos Stuttgart

(vários países)

Mostra Latina

Pelo segundo ano consecutivo na programação, a Mostra Latina trouxe espetáculos do Chile, México, Paraguai e El Salvador com o objetivo de conhecer e dialogar com a cena da dança entre os países latino-americanos, fortalecendo diálogos criativos e parcerias. 

Malahierba

(El Salvador)

CV_Raphael Hillebrand

Hapo

(Paraguai)

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El Cuerpo Vacío

(México)

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Nosotros

(México)

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espetáculos nacionais

Mazombo

(Goiás)

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Água Viva

(Bahia)

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Still Reich

(Rio de Janeiro)

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Motionworks

(Bahia)

899174

mostras vivadança 2019

Mostra Baiana de Dança Contemporânea

Para celebrar 05 anos de Mostra Baiana, 05 espetáculos baianos: “Debaixo D’Água”, do Coletivo Trippé; “Ex-Passo”, da União Instável Produções; e “Kilezuuuummmm”, de Edu O e João Rafael Neto. Foram também convidados os espetáculos  “Aroeira – Com quantos nós se faz uma árvore”, coreografia de Cristina Castro originalmente montada em 2012 e interpretada pelo Balé Jovem de Salvador;  e “Atlântico”, solo de Paullo Fonseca, do Balé Teatro Castro Alves.

Mostra Casa Aberta

Em 2019, a Mostra Casa Aberta ocupou dois palcos da cidade: a Sala Principal do Teatro Castro Alves, onde se apresentaram os grupos, dentro do projeto Domingo no TCA, e a Sala do Coro, com apresentação de solos, duos, trios e quartetos. Foram 36 trabalhos selecionados contemplando diversos estilos de dança e refletindo cada vez mais a adesão de artistas do interior da Bahia, com representantes da capital, Lauro de Freitas, Seabra, São Sebastião do Passé e Camaçari.

Batalhas do Hip Hop

Em 2019, o evento inaugurou a Batalha de Popping como parte da programação, além de uma série de workshops voltados para o universo do Hip Hop, além da Batalha de MC’s, feira de artigos Hip Hop e apresentações artísticas. Nessa edição foram selecionadas 16 duplas de B.Boys e B.Girls, vindas de Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Roraima, Paraíba, Distrito Federal, Paraná e São Paulo. Coordenação por Ananias Break e Thina Reis.

Projeto Memória e Sobrevivência

Com curadoria de Nirlyn Seijas, a mostra do projeto “Memória e Sobrevivência” remontou 03 espetáculos de coreógrafas latino-americanas com bailarinas baianas. Um dos espetáculos foi “Algunos Instantes, Algunas Mujeres”, de Cecilia Appleton (México), apresentado na Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia.

atividades paralelas 2019

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Mesas de debate

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Oficinas

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Texto em construção.

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Rodada de negócios

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Texto em construção.

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Programa 2019

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Texto em construção.

 

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ficha técnica

As ações formativas, características do VIVADANÇA, ganham muita força no online e incluem intercâmbios com profissionais brasileiros e estrangeiros, além de debates sobre o videodança e sobre as novas possibilidades para o campo profissional da dança durante e depois da pandemia. A tradicional rodada de negócios dá lugar a um movimento expandido de networking, reunindo profissionais e iniciativas públicas e privadas do Brasil e outros países que oferecem oportunidades para a dança. Um destaque são os encontros Conexão América Latina e Conexão África, que reúnem curadores de festivais de dança em diversos países dessas regiões, ansiosos por se conectar com o Brasil. Esta edição também contou com uma residência artística que atuou em colaboração com a equipe do hip hop.

O VIVADANÇA é um espaço de celebração da dança e da diversidade em movimento. Ao longo de 13 anos de história, o festival coloca a Bahia na rota de eventos calendarizados promovendo ricos diálogos e intercâmbios culturais.

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O VIVADANÇA é um espaço de celebração da dança e da diversidade em movimento. Ao longo de 13 anos de história, o festival coloca a Bahia na rota de eventos calendarizados promovendo ricos diálogos e intercâmbios culturais.

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2021 – Vivadança Festival Internacional