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SEMINÁRIO BRASIL-ÁFRICA-BRASIL

O que há de África em nós? Somos africanos? É nesta perspectiva que o tema lançado pelo Seminário Brasil – África – Brasil promove um conjunto de conversas nas quais nos perguntamos em que medida a produção artística brasileira e africana, e seus espaços de formação em dança, tem desdobrado os aspectos ligados às africanidades? Perceber a potência das danças em seus processos de organização e promover o diálogo entre artistas, criadores, educadores e gestores são objetivos que juntos queremos alcançar, redescobrindo assim as Áfricas e as danças que os africanos dançam.

Idealização: Rui Moreira

Curadoria: Rui Moreira e Cristina Castro

Colaboração: Dimi Ferreira, Augusto Soledade e Matias  Santiago


Confira mais detalhes sobre as mesas:

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

MESA 01: Mí ɖo kodzo (Ewe) - Expressão usada para convocar a fala em um debate
Tema: Artistas e seus rituais de geração de conhecimento

02 de maio (segunda-feira) às 14h

MEDIADOR: Rui Moreira 

(Brasil)

Rui Moreira

Rui é bailarino, intérprete criativo e criador, coreógrafo, gestor de projetos, curador e investigador de linguagens expressivas. Foi artista gestor da Cia. SeráQuê?, da Associação SeráQuê Cultural. Atualmente atua através da Rui Moreira Cia de Danças.

PROVOCADORA: Dimi Ferreira

(França)

Dimi Ferreira foto (1)

Dionisia Ferreira,popularmente conhecida como Dimi Ferreira é diplomada em Psicologia Clínica e Especialização em Coreografia na Universidade Federal da Bahia, possui mestrado em dança Contemporânea na Universidade René Descartes, em Paris e atualmente é professora de dança contemporânea titular do Conservatório Charles Munch, em Paris.

DEBATEDOR: Anani Sanouvi

(Togo)

Anani Sanouvi (1)

Artista transmídia, Host-Sentinela, coreógrafo, dançarino e professor Anani Dodji Sanouvi nasceu no Togo, cresceu no Gabão, viveu no Senegal, Bélgica, Holanda, e atualmente reside no Brasil. O artista é laureado pela Unesco, África Central, Fundação Sacatar, Prêmio Rolex Mentor and Protégé, Prêmio Erika Ferreira Criação e Desenvolvimento.

DEBATEDOR: Wesley Ruzibiza 

(Ruanda)

Wesley

Artista coreográfico, Ator, Diretor de Ruanda, estudou dança contemporânea e teatro com Arts Azimuts, no Centro de Arte e Teatro da Universidade de Ruanda, onde se tornou chefe do departamento de dança em 2002.
Continua sua formação profissional no cenário nacional e internacional através de workshops e intercâmbios artísticos com renomados professores e artistas como Germaine Acogny, David Zambrano, Liesl Tommy, Andrei Serban, Tiziana Milosevic, Irène Tassembedo etc.

DEBATEDOR: Luis Kinugawa

(Brasil/Guiné)

DEBATEDORA: Fanta Konatê

(Guiné Conacri)

Luis e Fanta

Luis Kinugawa é musicoterapeuta e percussionista, especializado na cultura da África Oeste, onde morou por 2 anos na Guiné, pesquisando a música tradicional e trabalhando em ONGs humanitárias: Médicos sem Fronteiras, Warchild e Crianças Refugiadas do Mundo.

Fanta Konatê é Cantora, Bailarina e Coreógrafa, filha do Mestre Percussionista Famoudou Konatê da Guiné Conacri, especializada em danças tradicionais e contemporâneas do Oeste Africano. Trabalhou com diversos Balés de Conakry, e domina a cultura das aldeias Malinkês da região do Hamaná desde que nasceu.
Realizou shows e oficinas no Japão, Polônia, Suécia, EUA, Chile, Argentina, Guiné e mais de 50 cidades no Brasil, promovendo o intercâmbio cultural associado ao desenvolvimento sustentável.

MESA 02 - Ndeup (Lebu Wolof) - Ritual de cura que inspira forjar laços sociais, transferência e sentimentos de lealdade. | Tema: Estudo das danças afros orientadas no currículo das universidades brasileiras - Parte 1

03 de maio (terça-feira) às 14h

MEDIADOR: Matias Santiago

MATIAS (2)

Doutorando pelo programa de Pós-Graduação em Dança da UFBA. Mestre em Dança, UFBA. Atuou como bailarino de importantes companhias de dança brasileiras e internacionais, dentre elas o Balé Teatro Castro Alves – BTCA, o Grupo Corpo (MG), a Brazzdance (EUA) e Andanza – Companhia Portorriquenha de Dança Contemporânea (EUA). Foi coordenador dos Cursos livres da Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia – Funceb. Também nesta fundação foi Coordenador de Dança da Diretoria das Artes. Ocupou o cargo de Diretor de Fomento da Superintendência de Promoção Cultural da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Atualmente é Professor do curso de licenciatura em Dança na modalidade à distância da UFBA, Diretor Artístico do Balé Jovem de Salvador e integrante do grupo de pesquisa PROCEDA – Políticas e processos corporeográficos e educacionais em dança (PPGDança – UFBA).

PROVOCADOR: Luis Silva

Luis Silva - Foto by LG

Luís Silva, natural de Ribeirão Preto/SP e morador do Rio de Janeiro/RJ há 7 anos. Graduado em Bacharelado em Dança, graduando em Licenciatura em Dança pela UFRJ e Mestrando em Estudos contemporâneos da artes pelo programa de Pós Graduação da UFF, atuou no setor artístico há, aproximadamente, 13 anos, passando pelas áreas de música, fotografia, dança e produção cultural.

DEBATEDOR: Augusto Soledade

Augusto Soledade - foto

Augusto Soledade, Guggenheim Fellow – 2008, é o diretor artístico fundador e coreógrafo da Augusto Soledade Brazzdance, companhia de dança em Miami, FL, e é professor associado de dança na Universidade da Flórida. Soledade foi nomeado para o USArtist Fellowship em 2018 e foi selecionado para o Programa de Residência Internacional Vila Sul, no Instituto Goethe, na Bahia, Brasil.

DEBATEDOR: Fernando Ferraz

Fernando (1)

Professor da Escola de Dança da UFBA. Doutor e Mestre em Artes pelo IA/Unesp, Bacharel Licenciado em História pela FFLCH-USP. Professor do Programa de Pós-Graduação em Dança da UFBA e do Mestrado Profissional em Dança PRODAN-UFBA, membro fundador do Grupo GIRA (CNPq), Coordenador do Comitê Temático Dança e Diáspora Negra da Associação Nacional de pesquisadores em Dança ANDA. Artista da dança move-se entre os estudos da diáspora negra, história e performance.

DEBATEDOR: Luciano Tavares

Luciano

Luciano Tavares é natural de Canoas, herda de sua mãe traços da etnia indígena Guarani
e de seu pai traços de sua origem negra. É docente temporário no Curso de Licenciatura
em Dança da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, doutorando e Mestre em Artes
Cênicas pelo PPGAC/UFRGS, Bacharel em Biblioteconomia pela mesma universidade.
Idealizador da Mostra Masculinidades Negras na Dança.

MESA 02 - Ndeup (Lebu Wolof) - Ritual de cura que inspira forjar laços sociais, transferência e sentimentos de lealdade. | Tema: Estudo das danças afros orientadas no currículo das universidades brasileiras - Parte 2

04 de maio (quarta-feira) às 14h

MEDIADOR: Matias Santiago

MATIAS (2)

Doutorando pelo programa de Pós-Graduação em Dança da UFBA. Mestre em Dança, UFBA. Atuou como bailarino de importantes companhias de dança brasileiras e internacionais, dentre elas o Balé Teatro Castro Alves – BTCA, o Grupo Corpo (MG), a Brazzdance (EUA) e Andanza – Companhia Portorriquenha de Dança Contemporânea (EUA). Foi coordenador dos Cursos livres da Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia – Funceb. Também nesta fundação foi Coordenador de Dança da Diretoria das Artes. Ocupou o cargo de Diretor de Fomento da Superintendência de Promoção Cultural da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Atualmente é Professor do curso de licenciatura em Dança na modalidade à distância da UFBA, Diretor Artístico do Balé Jovem de Salvador e integrante do grupo de pesquisa PROCEDA – Políticas e processos corporeográficos e educacionais em dança (PPGDança – UFBA).

PROVOCADOR: Augusto Soledade

Augusto Soledade - foto

DEBATEDOR: Manoel Timbaí

Manoel

Manoel Timbaí é Professor-Artista/Capoeira-Pesquisador Negro, Baiano de Remanso, no vale do Rio São Francisco, candomblessista e capoeirista. Pai de Inajá. Licenciado em Educação Física pela Universidade Paulista, Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e atualmente é Doutorando em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia UFBa. Atua como Professor e Coordenador no curso de Dança-Licenciatura do Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas. Tem experiência na área das Artes Cênicas, com ênfase em Práticas Artístico-Pedagógicas em Danças Negras.

DEBATEDOR: Tatiana Damasceno

Foto 2 Tatiana Damasceno

Tatiana Damasceno, mulher negra, candomblecista, artista, docente e pesquisadora nos Cursos de Dança (Licenciatura, Bacharelado e Teoria) e do Curso de Pós-Graduação em Dança do Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutora em Artes Cênicas – UNIRIO. Mestra em Ciências da Arte pela Universidade Federal Fluminense. Coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Dança e Cultura Afro-Brasileira Coletivo NUDAFRO Urbano-Ancestral da UFRJ projeto contemplado com bolsas e verba PIBIAC, PROFAEX e PROART/Garins

MESA 02 - Ndeup (Lebu Wolof) - Ritual de cura que inspira forjar laços sociais, transferência e sentimentos de lealdade. | Tema: Estudo das danças afros orientadas no currículo das universidades brasileiras - Parte 3

04 de maio (quarta-feira) às 16h

MEDIADOR: Matias Santiago

MATIAS (2)

Doutorando pelo programa de Pós-Graduação em Dança da UFBA. Mestre em Dança, UFBA. Atuou como bailarino de importantes companhias de dança brasileiras e internacionais, dentre elas o Balé Teatro Castro Alves – BTCA, o Grupo Corpo (MG), a Brazzdance (EUA) e Andanza – Companhia Portorriquenha de Dança Contemporânea (EUA). Foi coordenador dos Cursos livres da Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia – Funceb. Também nesta fundação foi Coordenador de Dança da Diretoria das Artes. Ocupou o cargo de Diretor de Fomento da Superintendência de Promoção Cultural da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Atualmente é Professor do curso de licenciatura em Dança na modalidade à distância da UFBA, Diretor Artístico do Balé Jovem de Salvador e integrante do grupo de pesquisa PROCEDA – Políticas e processos corporeográficos e educacionais em dança (PPGDança – UFBA).

PROVOCADORA: Katya Gualter

Katia Gualter

Artista docente e pesquisadora da dança. Como Diretora da Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ, é gestora de um dos maiores corpos sociais da Dança e da Educação Física do nosso país. Projeto – Poéticas no cotidiano sob olhares de Exu e Pombagira. Interagente GrupAR/Grupo de Pesquisa Ancestralidades em Rede que investe nas confluências de saberes e danças pretas, saberes e danças dos povos originários e de outras comunidades tradicionais em espaços diversos de formação na contemporaneidade.

DEBATEDORA: Emi Koide

Emi Koide - Foto

Emi Koide é professora nos cursos de Artes Visuais e no Programa de Mestrado em História da África, Diáspora e Povos Indígenas do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). É pesquisadora sênior associada do programa “Arts of Africa and Global Souths” da Rhodes University (África do Sul). Realizou pós-doutorado em história da arte pela UNIFESP com estágio no Institute for Anthropological Research in Africa (IARA – KU Leuven, Bélgica), com o projeto “Imagens da África – Espectros da colonização do Congo (RDC)” com apoio da FAPESP (2013-2016)

DEBATEDORA: Maria Cláudia Alves Guimarães

Foto Maria Claudia Alves Guimarães

É professora e pesquisadora na área de Dança, dedicando-se, sobretudo, à área de História da Dança no Brasil.
Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (1989), Mestre em Artes Corporais pela Universidade Estadual de Campinas (1998) e Doutora em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (2003). Desde novembro de 2016 é Professora MS3 do Departamento de Artes Corporais da UNICAMP e desde 2018, do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da Unicamp, onde, desde maio de 2021, atua como Coordenadora deste Programa.

MESA 03 - Roncó - Espaço de recolhimento e sagrado para reflexão e apuração dos saberes ancestrais
Tema: Processos plurais de formação artística e cidadã

05 de maio (quinta-feira) às 14h

MEDIADORA: Clécia  Queiroz

Clécia Queiroz - Foto Grácia Queiroz 2

Licenciada em Dança pela UFBA, Mestre em Artes pela Howard University (EUA) e Doutora em Difusão do Conhecimento (UFBA). Seu doutorado analisa as configurações do samba de roda através das vozes das mulheres e o mestrado utiliza o arquétipo de Oxum para performances cênicas com adolescentes em situação de risco. Atuou por como professora substituta na UFBA, nas Escolas de Teatro e de Dança da UFBA. Trabalhou por sete anos como coordenadora do Curso Preparatório da Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia e como professora da Rede Municipal de Ensino de Salvador.

PROVOCADOR: Rodrigo Antero

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Rodrigo Antero é artista-professor e mestrando no PPG-Artes da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na linha de pesquisa Artes da Cena, pesquisando performance negra. Graduado em Licenciatura em Dança, Teatro e Bacharelado em Interpretação Teatral pela (UFMG). Atualmente é professor de Dança na Escola Livre de Artes Arena da Cultura (ELA) e do Centro de Formação Artística e Tecnológica da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes (CEFART).

DEBATEDOR: Jacson Espírito Santo

Foto - Jacson do Espírito Santo

Artista, Artivista, Educador, Gestor e Produtor Cultural. Doutorando em Dança (UFBA), Mestre em Dança (UFBA), Especialista em Gestão Cultural (UFBA/FUNDAJ/MINC), Licenciado em Dança e Bacharel Interdisciplinar em Artes – concentração em Arte e Tecnologia (UFBA). Assumiu em 2016, a Coordenação de Dança da FUNCEB, e desde 2017, atua na direção do Centro de Formação em Artes – CFA, instituição responsável pela Escola de Dança da FUNCEB, Curso de Música e Curso de Teatro. Participa de pesquisas no campo da Dança, Educação, Redes Colaborativas, Políticas Culturais/Educacionais, Artes e Tecnologias Contemporâneas.

DEBATEDORA: Dimi Ferreira

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MESA 04 - Bloco Afro Malê Debalê: Espaço de formação comunitária | Tema: legado e suas contribuições na formação da dança

06 de maio (sexta-feira) às 14h

MEDIADOR: Agnaldo Fonseca

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Bailarino do Balé do Teatro Castro Alves. Mediador de Danças Afro-Brasileiras. Licenciado em Pedagogia (UNEB). Especialista em Arte Educação (UFBA). Mestrando Profissional em Dança – PRODAN (UFBA). Membro do Grupo de Pesquisa GIRA – CNPq (UFBA). Integrante do Núcleo Pedagógico GEDAR. Coordenador do Departo. de Dança do Bloco Afro Malê Debalê – Salvador/ BA.

DEBATEDORA: Vânia Oliveira

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Mulher Negra. Filha e cumeeira de Família Negra. Candomblecista. Artivista. Rainha do Bloco Afro Malê Debalê (2000;2006). Princesa do Bloco Afro Ilê Aiyê (2001;2014). Doutoranda do Programa Multidisciplinar e Multi-Institucional de Difusão do Conhecimento (UFBA). Mestra Licenciada e Especialista em Dança pela Escola de Dança (UFBA). Especialista em História Social e Cultura Afro Brasileira (APLB). Professora Assistente da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), atuando no Curso de Licenciatura em Dança. Idealizadora e Coordenadora do EKODIDÉ: Grupo de Estudos, Produções e Criações em Dança(s) Afro (UESB). Pesquisadora, amante e multiplicadora das Danças criadas nos cenários dos Blocos Afros de Salvador. Criadora e difusora das Dança(s) de Blocos Afros. Mulher Negra em Movimento que Movimenta: Vânia Oliveira.

DEBATEDORA: Nadir Nóbrega

Nadir Nóbrega

Pós-Doutora em Artes Cênicas – PPGAC (UFBA). Coreógrafa. Pesquisadora de Corpo Negro, Dança, Gênero e Educação. Profa. Dra. Aposentada do Curso de Licenciatura em Dança da UFAL. Ex-Diretora do Museo Théo Brandão de Antropologia e Folclore da UFAL. Autora dos livros “Dança Afro: Sincretismo de Movimentos”; “Agô Alafiju Odara: A presença de Clyde Wesley Morgan na Escola de Dança da UFBA de 1971 a 1978”; “Sou Negona, Sim Senhora! Um olhar nas práticas espetaculares dos blocos afros Ilê Aiyê, Olodum, Malê Debalê e Bankoma no carnaval soteropolitano”.

MESA 05 - Terreiros Urbanos - Usinas de Formação

06 de maio (sexta-feira) às 16h

MEDIADOR: Edu Coutinho

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Edu Coutinho é ator, jornalista e produtor cultural. Mestre em Artes Cênicas e graduado em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia, formou-se como artista no Teatro Vila Velha, em Salvador. Atualmente, é um dos artistas integrantes da Companhia Teatro dos Novos, tradicional grupo teatral fundado em 1959 e desde 1995 dirigido por Marcio Meirelles, e da Ouroboros Cia de Investigação Teatral, dirigida por Zeca de Abreu. No audiovisual, integrou o elenco da novela “Bom Sucesso”, na Rede Globo, e da série “Santo”, que estreia em 2022 pela Netflix. No teatro, trabalhou em espetáculos como “Do outro lado do mar”, de Jorgelina Cerritos, com direção de Marcio Meirelles, “O Burguês Fidalgo”, de Molière, com direção de Gustavo Gasparani”; “Distopias”, com direção de Zeca de Abreu; e “Dark Times/A Santa Joana dos Matadouros”, de Bertolt Brecht, com direção de Paulo Cunha.

DEBATEDOR: Marcio Meirelles

Foto Marcio Meirelles

Diretor teatral, cenógrafo e figurinista, inicialmente ligado às áreas de arquitetura e artes visuais, atua em teatro desde 1972.

Foi fundador do grupo Avelãz y Avestruz (l976-1989), e criador/diretor do espaço cultural A Fábrica (1982). Durante os anos de 85 e 86, assumiu a chefia dos núcleos de cenografia e figurino e de direção e elenco da TV Educativa da Bahia. Paralelamente criou o Projeto Teatro para a Fundação Gregório de Mattos (1986). Foi diretor de um dos maiores centros culturais do Brasil – o Teatro Castro Alves, em Salvador/Ba – no período de 87 a 91.

DEBATEDOR: Gérson Moreno

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É artista de dança (dançarino/coreógrafo/professor de dança), educador, multimídia, escritor, artivista interiorano atuante no Ceará há 30 anos, diretor-fundador da Cia Balé Baião de Itapipoca CE.
Desenvolve processos coletivos de pesquisa, experimentação e produção em danças ancestrais de matrizes negras, indígenas e periféricas, bem como suas implicações na contemporaneidade.

DEBATEDORA: Janaína Alves

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Janaina é brasileira, nascida no Piauí. Vive em Cabo Verde desde 2011.Inicia o seu percurso artístico com apenas 9 anos de idade e foi considerada uma das mais promissoras atrizes da sua geração em Teresina, sua cidade natal. Em Cabo Verde, tem se destacado
como atriz , arte-educadora e fundadora e gestora da ALAIM Academia Livre de Artes Integradas do Mindelo, a maior estrutura de educação artística informal do país. A propósito de uma das suas últimas aparições artísticas , em “O Cheiro dos Velhos “, foi considerada “uma das mais versáteis atrizes do actual movimento teatral cabo- verdiano”.

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