vivadança 2017 > mostra baiana de dança contemporânea

mostra baiana de dança contemporânea 2017

Espaço de fortalecimento da cadeia produtiva da dança, a Mostra Baiana de Dança Contemporânea – MBDC  traz um panorama das recentes produções baianas e possibilita a difusão destes trabalhos a partir do contato direto com curadores e diretores de eventos nacionais e internacionais, que acompanham todos os espetáculos de sua programação.
O resultado desta ação tem sido comprovado desde 2014, ano da sua criação, através de circulação de montagens por estados como Pernambuco, Rio Grande do Norte, Manaus e São Paulo.


Para esta edição, foram selecionados seis espetáculos: “Em breve espaço curto de tempo”, do Jorge Silva Cia de Dança; “Casa Azul”, da Confraria 27; “Ondinar”, de Dejalmir Melo; “Demolições (La Petite mort)”, de Thiago Cohen; “Da própria pele não há quem fuja”, da ExperimentanduNUS Cia de Dança; e “Há Violência no Silêncio”, de Nirlyn Seijas.

Curadoria: Lia Robatto, Leonardo França, Neemias Santana

Confira as informações sobre os espetáculos

HÁ VIOLÊNCIA NO SILÊNCIO?

Há violência no silêncio? dialoga sobre como silenciosamente testemunhamos, engolimos, digerimos e sobrevivemos a violência de maneira individual e coletiva. A obra acontece em um espaço doméstico amplo, com um percurso pelos quartos, sala, cozinha e corredor. As pessoas que compartilham o espaço (o testemunho-público) da casa e da cena percorrem os cômodos junto às performers.

ficha técnica

Concepção, Direção Coreográfica e Artística: Nirlyn Seijas Intérpretes-criadoras: Nerfertiti Charlene Altan, Ana Beatriz Henrique Brandão, Flora Rocha, Daniela Silva Lisboa, Thais Gouveia e Brisa Morena Assistente de Direção: Thiago Cohen Iluminação e Música: Naiara Rezende

SOBRE Nirlyn Seijas

Artista da dança, curadora e docente. Mestra em Cultura e Sociedade, Especialista em Estudos Contemporâneas em Dança, Lic. em Dança Contemporânea. Foi curadora da Plataforma Internacional de Dança 2012, a seleção de dança Brasil-Philadelphia do Instituto Sacatar 2014 e a Mostra Baiana do Festival Vivadança em 2016. Atualmente, é professora de análise crítica, história, dança com interface em vídeo e fotografia na Escola de Dança da FUNCEB- BA, professora de Estudos da Contemporaneidade I Oficina de Texto em Humanidades no bacharelado interdisciplinar em humanidades na UFBA-BA e curadora de Dança no Casarão Barabadá.

CONTATO: contato@niicolab.com

ONDINAR

Ondinar mergulha nas profundezas do inconsciente, resgatando as múltiplas possibilidades da poética da água, através de afetos e arquétipos atemporais que fluem nas construções humanas e suas fortes simbologias. Questiona os limites dos fluxos de aprisionamento e explosão da própria vida, tão similares aos movimentos das marés, aos ciclos correntes do homem em contato a natureza e seu com próprio corpo.

ficha técnica

Concepção, Direção Coreográfica e Intérprete: Dejalmir Melo
IluminaçãoGerard Laffustte

SOBRE Dejalmir Melo

O dançarino e coreógrafo Dejalmir Melo tem formação em dança e trabalhou com diversos coreógrafos nacionais e internacionais de renome. Em 1997, ganhou o Prêmio MAMBEMBE de Melhor Bailarino do Ano, oferecido pelo Ministério da Cultura – FUNARTE. Trabalhou como preparador corporal do BTCA (Balé Teatro Castro Alves) em 2011 e o com Núcleo Viladança (BA), onde também foi ensaiador, e com o Balé Jovem da Bahia (BA). É idealizador e coreógrafo do projeto CIA. CORPODEAGUA. Seu repertório conta com o espetáculo “UMBIGO”, que teve estréia nacional no FIAC 2009 (BA), e foi vencedor do prêmio Quarta que Dança 2013 e da Mostra Baiana no Festival Internacional Vivadança 2015 (BA).

CONTATO:

DEMOLIÇÕES (PETIT MORT)

Demolições aborda os momentos em que o indivíduo precisa derrubar pedaços da vida, cortar laços e romper para poder construir. Em que precisa acabar algo para começar de novo. Essas ações dialogam diretamente com o tempo e com o ato de destruir em um segundo o que levou anos para ser construído, mas que já não serve. Sobre deixar pra trás a nostalgia pelo velho e enfrentar o medo do novo.

ficha técnica

Concepção, Direção Coreográfica e Artística: Asier Zabaleta
Intérprete-criador: Thiago Cohen

SOBRE Thiago Cohen

Thiago Cohen é artista da dança. Participou de residências artísticas com coreógrafos como Asier Zabaleta e Bem J. Riepe. Atuou como colaborador em produções como “Há violência no Silêncio?” (2015), dirigido por Nirlyn Seijas e na performance interativa “O Suco da Revolta” (2016. Integrou também a equipe de “Atividades Formativas” do FIAC-BA 2016 e é um dos curadores e idealizadores do projeto “Corpo em Casa” (2016). Trabalha com mediação artística e atua como artista orientador de dança e teatro. Atualmente integra a ExperimentandoNUS Cia de Dança.

CONTATO:

EM BREVE ESPAÇO CURTO DE TEMPO

A imagem principal deste trabalho é a de um grande canteiro de obras. Nele uma desordenada construção acontece e representa uma jornada tortuosa em que a poeira nos impede de enxergar com precisão, mas traz um conjunto de experiências adquiridas durante a vida. Nessa via, os fracassos conduzem muitas vezes ao desespero e a fuga é a saída única de um espaço curto de tempo.

ficha técnica

Concepção, Direção Coreográfica e Artística: Jorge Silva
Intérpretes-criadores: Aline Moreira, Cristian Rebouças, Marcos Ferreira, Joely Silva, Andreza Bastos e Ramon Moura

SOBRE Jorge Silva Cia de Dança

Fundada pelo diretor e coreógrafo de mesmo nome, a Jorge Silva Cia. de Dança vem construindo um trabalho de resistência no cenário baiana há mais de 30 anos. Seu processo criativo é marcado por intensa pesquisa de movimento e estilo investigativo. Já em 1985, a Cia. teve seu primeiro trabalho, “Paisagens”, premiado pela FUNCEB, feito que se repetiria no ano seguinte com “Carnaval dos Mortos”. A trajetória de sucesso continuaria tanto com turnês locais, passando por diversas cidades do interior da Bahia, como em âmbito nacional, com o Festival Conesul (Rio Grande do Sul). O reconhecimento internacional veio através de participações noWorkshop Internacional de Dança, no Festival Internacional de Lyon e uma turnê que percorreu três cidades alemães.

CONTATO:

CASA AZUL

Casa Azul é um trabalho livremente inspirado nas obras da artista mexicana Frida Kahlo. O espetáculo propõe discutir os conflitos inerentes ao existencialismo humano na contemporaneidade. As retratações criadas por Frida se tornam um espelho em que o observador passa a ser parte da obra.

ficha técnica

Concepção e Direção Coreográfica: Rafael Sisant e Wendell Brito
Intérpretes-criadores: Rafael Sisant e Wendell Brito

SOBRE Confraria 27

A Confraria 27 é um núcleo de pesquisa artística criado pelos bailarinos Rafael Sisant e Wendell Britto no ano de 2014. O núcleo foi criado com o intuito de levar à cena ideologias, questionamentos e desejos convergentes desses dois profissionais, pesquisando no corpo o desenho do movimento no espaço, a liberdade de expressão e criatividades afloradas. O núcleo já participou de Festivais como: “Aldeia Vale dançar” Petrolina-PE em 2014 e 2017, “Aldeia do Velho Chico” em 2014, “Mostra 14 de dança” em 2015, “Janeiro tem mais artes 2017”.

CONTATO:

DA PRÓPRIA PELE NÃO HÁ QUEM FUJA

A dramaturgia transita entre memórias pessoais e nas ressignificações destas manifestações na composição coreográfica. O corpo festivo e sagrado se apresenta como encruzilhada, lugar de encontros e desencontros, lugar de chegada e partida de identidades em fluxo e compartilhamentos de heranças/legados ancestrais afrobrasileiros.

ficha técnica

Direção, Coreografia, Figurino e Cenografia: Bruno de Jesus Assistente de Coreografia: Fred Lopes Bailarinos: Claudiana Honório, Fred Lopes, Inah Irenam, Marcello De S. Santos, Pri Barreto, Sebastião Abreu, Ruan Wills e Thiago Cohen. Estagiária: Arieli Batista Projeto de Luz e Operação: Anderson Rodrigo Trilha Sonora: Flávio Bueno  Produção: Inah Irenam e Betânia Cesar Fotografia: Shai Andrade

SOBRE ExperimentandoNus

Sob a direção de Bruno de Jesus, a ExperimentandoNus Companhia de Dança é natural de Salvador. É pautada por elementos cênicos que apontam para umaestética peculiar, que veio amadurecendo e se consolidando com o tempo, nas investigações coreográficas eexperimentações corpo-movimento-dança. Apresenta nas suas concepções coreográficas temas, questões e inspirações referentes a assuntos de relevância social e identitárias. Com um repertório de mais de seis espetáculos, intervenções e produções, integrou a programação defestivais como Festival Internacional Vivadança, Festival de Dança do Litoral Oeste do Ceará, Tabuleiroda Dança, AbriU Dança na Bahia, Festival de Dança de Itacaré, Oficina Nacional de Dança, Festival Acenatá Preta AnoVI, dentre outros.

CONTATO:

O VIVADANÇA é um espaço de celebração da dança e da diversidade em movimento. Ao longo de 13 anos de história, o festival coloca a Bahia na rota de eventos calendarizados promovendo ricos diálogos e intercâmbios culturais.
logo-vivadanca-100px

O VIVADANÇA é um espaço de celebração da dança e da diversidade em movimento. Ao longo de 13 anos de história, o festival coloca a Bahia na rota de eventos calendarizados promovendo ricos diálogos e intercâmbios culturais.

VIVADANÇA Festival Internacional