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mostra dança em foco

Festival dança em foco apresenta mostra de videodança na programação do VIVADANÇA 2021

Primeiro festival do Brasil dedicado à videodança, o dança em foco tem realizado suas edições online desde 2018, estabelecendo um outro espaço possível para a videodança brasileira e antecipando o que agora é imposto e generalizado em razão da pandemia. Um dos diretores artísticos e curadores Leonel Brum apresenta uma seleção especial para o VIVADANÇA de seis vídeos dança, uma amostra do que de melhor nessa linguagem tem surgido nos últimos anos.

Dobras

Sinopse: Num estúdio, espaço nu, um cinza médio pinta o fundo cru de um corpo só. Uma livre adaptação do espetáculo “Peekaboo”, com coreografia de Marco Goecke para a São Paulo Companhia de Dança, sob direção artística de Inês Bogéa.

 

Ficha Técnica: 

Direção artística Inês Bogéa

Coreografia: Marco Goecke

Elenco: São Paulo Companhia de Dança

Suítes para dança

Sinopse: Bailarinos entre a dança urbana, clássica e contemporânea estabelecem suas relações individuais de pulsão com espaços urbanos da cidade do Rio de Janeiro: Pedra do Sal, Escadaria do Selarón, Píer Mauá e Centro. Na Pedra do Sal, Daniel Oliveira traz movimentos que dialogam com a cultura negra e com o passado da escravidão, tendo a arte de rua ao seu entorno. Na Escadaria, Wellington Tutty relaciona a monumental obra de vida do artista plástico Jorge Selarón com a pobreza e a colonização brasileira. No Píer, Bárbara Lima imprime a opressão e a força feminina diante de guindastes antigos à beira do mar. E no Centro, Renato Cruz, Alex Neoral e Bruno Cezario dançam em diferentes níveis de um prédio para o entardecer de uma cidade repleta de contrastes em suas veias urbanas.

 

Ficha Técnica:

Direção: Gustavo Gelmini Direção de Movimento: Alex Neoral, Renato Cruz e Renato Vieira Intérpretes Criadores de Movimento: Alex Neoral, Bruno Cezario, Bárbara Lima, Daniel Oliveira, Renato Cruz e Wellington Tutty Roteiro: Gustavo Gelmini e Thiago Ramires Direção de Fotografia: Isaac Pipano Edição: Diego dos Anjos Música original: Chris Lancaster e Cyril Hernandez Som: Guilherme Farkas
Figurino: Renata Lamenza Maquiagem: Ângela Ribeiro e Miggy Botelho Direção de Produção: Taíla Borges Assistente de Produção: Carolina Rocha Assisente de Câmera: Diogo Leobons Operador de Drone: Renato Svaiter e Marcos Dantas Produção Executiva: Priscila Seixas e Thiago Ramires Realização: Burburinho Cultural e Cia Gelmini

Antes de + nada

Sinopse: Dançar como um ato de obediência às suas próprias referências. Nesse caso a vermelhidão do solo mineiro, que se vê constantemente ameaçado. O corpo é também uma forma de sublimar e evocar forças, nesse percurso descobre outras texturas e dança.

 

Ficha técnica
Direção e dramaturgia: João Saldanha

Criação e ação: Marcos Tó

Trilha sonora: Zé Motta

Filmagem/fotos: Gabriel Zaidan

Edição: Cristina Dias

Direção de produção: Laura de Castro

Assistente de produção: Mari Isoni

Realização: Lazúli Cultura

Contemplado: Dança em Trânsito 2020 / Dança em Foco 2020

Búfala

Sinopse: Oya. Nessa forma Iansã representa a coragem feminina, a natureza dos movimentos, força, liberdade, espiritualidade, ancestralidade, sabedoria e proteção. 

 

Ficha técnica: 

Performance e Interpretação: Inez dos Santos
Direção, fotografia e edição: Tothi dos Santos
Musica: Rei Souza
colorização: Larry Machado

Desenho e mixagem de som: Guile Martins

Encobertas

Sinopse: “Encobertos” experimenta o fluxo entre a superfície e a profundidade da tela como um campo de passagens perceptivas e corporais.

 

Ficha técnica:
Direção, fotografia e edição: Lilian Graça

Dançarinos: Ananda Savitri, Bernardo Oliveira, Danilo Lima, Renan Bozzeli
Coreografia: Trabalho conjunto entre dançarinos e diretora 

Música e mixagem de som: Marcelo Sena

Vanitas

Sinopse: No inferno de Bosch, ela estava condenada a olhar para seu próprio reflexo. Para sempre. Condenada por sua vaidade, ela é vaidade. Espírito que vagueia pela escuridão do Jardim das Delícias Terrenas. Ela é vanitas. Um substantivo latino significa “vazio” e “vaidade”. E também se refere às pinturas “vanitas” da Idade Média. Memento mori, ou “lembre-se da morte”. Uma mensagem pungente da Arte que chega a este filme. Porque hoje não compartilhamos dores e fracassos. E assim a vaidade é o preço a pagar. Tal movimento tornou a vaidade uma virtude, não mais o pecado capital do orgulho. Trazendo entre suas características a imortalidade. Nós somos a civilização que colocou a morte de lado. Ponderar sobre a morte é, paradoxalmente, refletir sobre a vida e suas tentações. Observando a ignorância sobre falsos valores, esse espírito dançante adverte que nossos vícios, horrores, paixões, irracionalidades selvagens, cegas, perigosas, nossos impulsos inconfessáveis, todos têm fim.

Ficha técnica:

Elenco: Vera Valdez e Irupé Sarmiento
Concepção, direção e edição: Vinícius Cardoso
Roteiro: Bruno Castro
Assistência de direção: Tiago Minamisawa
Direção de fotografia: Diogo Martins
Luz: Ari Buccioni
Direção de arte: João Zambom
Direção de movimento: Samuel Kavalerski
Trilha: Anselmo Mancini
Músicos:
Cello I Ivan Gottilieb
Koto I Kooi Kawazoe
Guitarra I Rafael Amaral
Masterização I Guilherme Chapetta
Colorização: Ivan Lemos

uma parceria:

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BATE-PAPO Dança e tela (Brasil/Espanha) – clique na imagem abaixo para mais informações

O VIVADANÇA é um espaço de celebração da dança e da diversidade em movimento. Ao longo de 13 anos de história, o festival coloca a Bahia na rota de eventos calendarizados promovendo ricos diálogos e intercâmbios culturais.
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O VIVADANÇA é um espaço de celebração da dança e da diversidade em movimento. Ao longo de 13 anos de história, o festival coloca a Bahia na rota de eventos calendarizados promovendo ricos diálogos e intercâmbios culturais.

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