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Ah se eu fosse Marilyn!

Celui qui tombe (Aquele que cai)

de Yoan Bourgeois (França) | 14 anos
ESTREIA 1º de maio 2021 (sábado)
disponível por 48h

SINOPSE

Performance de Edu O. inspirada na peça Dias Felizes de Samuel Beckett que reflete sobre a passagem do tempo.  Aonde chegamos? Quando chegamos? A forma cíclica, inconstante e impermanente como a vida vai se apresentando, nos propõe muitas reflexões sobre desejos, sucesso, expectativas. O tempo segue sempre inexorável. Uma proposta artística que versa sobre os padrões corporais e morais que se impõem às individualidades e particularidades de cada pessoa. Busca de forma sutil e imagética o respeito às diferenças, tolerância às escolhas pessoais e ao exercício do coexistir em meio à solidão.

FICHA TÉCNICA

Edu O. – intérprete-criador, diretor e editor do video

Nei Lima – imagens, figurino e produção

Juniro Almeida – roteiro e edição de audiodescrição

Ira Vilaronga – consultoria e locução de audiodescrição

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MARYLIN

BIOGRAFIA

Edu O. é artista da dança, performance, teatro, escritor e professor da Escola de Dança da UFBA. Mestre em Dança (PPGDANCA/UFBA) com especialização em Arteterapia (UCSal), doutorando em Difusão do Conhecimento (DMMDC). Diretor do Grupo X de Improvisação em Dança e co-fundador do Coletivo Carrinho de Mão. Entre seus trabalhos artísticos, destacam-se: Judite quer chorar, mas não consegue!, Odete, traga meus mortos, Ah se eu fosse Marilyn, O Corpo Perturbador, Bonito, Striptease-Bicho e Kilezuuummmm. Com experiência internacional, desde 2004, é artista e produtor do intercâmbio Brasil-França Euphorico, parceria entre o Grupo X e Cir Artmacadam, também atuou junto à Candoco Dance Company (Londres), Cie Kastor Agile (Lyon) e o coreógrafo Alito Alessi (EUA).

O VIVADANÇA é um espaço de celebração da dança e da diversidade em movimento. Ao longo de 13 anos de história, o festival coloca a Bahia na rota de eventos calendarizados promovendo ricos diálogos e intercâmbios culturais.

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O VIVADANÇA é um espaço de celebração da dança e da diversidade em movimento. Ao longo de 13 anos de história, o festival coloca a Bahia na rota de eventos calendarizados promovendo ricos diálogos e intercâmbios culturais.

2021 – Festival Vivadança